Sejam Bem Vindos

Muito bom recebe-lo no meu Blog Incentivo à Leitura...espero que goste e deixe o seu recado.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A escola e a leitura

A escola e a leitura

Partindo do pressuposto de que a escola está vinculada a um sistema educacional coerente com o poder, ao analisar a importância do ato de ler, não podemos dissociá-lo da escola. É por intermédio da escola que a leitura se concretiza.
Desta forma, a leitura na escola, muitas vezes exerce uma função reprodutora e adestra o próprio estudante a uma leitura descontextualizada, e o aluno acaba se tornando um leitor funcional.
A escola dá ênfase demasiada à escrita e principalmente à ortografia, sem dar-se conta de que a leitura proporcionará ao educando meios de vencer as dificuldades ortográficas da nossa língua, esquecendo-se de que para formar bons leitores, necessita perseguir como meta objetivos que ajudarão a formar o hábito da leitura. Primeiramente é preciso ter bem claro os objetivos para saber qual a metodologia a ser usada. Portanto, um dos objetivos para se alcançar à finalidade de formar leitores é: "ler para gostar de ler". A metodologia seria então, garantir o espaço da leitura prazer, leitura para o divertimento, a distensão, a aventura. Outro objetivo é: "ler para conhecer a língua". É o momento propício para apropriação da estrutura da língua portuguesa. E finalmente: "ler para conhecer o mundo". Desvendando e descobrindo os conhecimentos culturalmente construídos, o aluno satisfaz sua curiosidade, amplia seu conhecimento sobre o mundo, aguça o espírito de descoberta e investigação.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Dicas para Monografia


Introdução:
O aluno deve fazer uma rápida apresentação da sua pesquisa, orientar o leitor sobre a pesquisa realizada: deve esclarecer o tema, o objetivo, a relevância, os autores que se baseou para fundamentar seu estudo e a metodologia adotada na pesquisa (nos capítulos que seguem esses itens serão mais detalhados). Também, deve apresentar como estão organizados os capítulos (os assuntos distribuídos pelos capítulos). Uma página e meia é suficiente para a introdução.

Capítulo 1:
O aluno deve expandir a apresentação da sua pesquisa, detalhando o objetivo geral e os específicos, falando mais sobre a relevância do tema e apresentando a sua metodologia (que vai ser detalhada no cap.3). Uma dica é após a apresentação inicial, redigir um breve histórico do tema ou apresentar os aspetos legais do tema ou fazer uma comparação entre a situação anterior e a atual do tema estudado. (escrever + - 10 páginas).

Capítulo 2:
O aluno deve destacar pontos/aspectos principais do tema estudado (ver o que os autores falam), selecionados da leitura dos livros. Aqui o aluno buscar os fichamentos contendo os resumos e as citações dos livros lidos.(escrever + - 10 páginas).

Capítulo 3:
O aluno deve descrever o procedimento metodológico. Esclarecer o tipo de pesquisa, as técnicas utilizadas na coleta de dados, apresentar os dados coletados (seja em leituras =pesquisa bibliográfica/documental, seja em entrevistas,questionários,observações = pesquisa de campo) e analisá-los com base nos objetivos e nos aspectos principais que apresentou no cap.2.( escrever + - 10 páginas).

Conclusão:
Apresentar a conclusão que chegou, a partir da análise dos dados apresentados no cap.2 e de acordo com o objetivo da pesquisa apresentado no capítulo 1. (2 a 3 páginas).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A globalização afeta a educação ?

De uma forma direta a educação é afetada por todo movimento da globalização.
A Educação por sua vez sofre a influência direta das características de um sistema essencialmente capitalista que é de natureza competitiva, individualista e excludente, provocando mutações de conceitos de cidadania, qualidade, conhecimento, produtividade e competência. O processo de globalização vem interferindo nas políticas educativas, de maneira profunda e significativa, acarretando conseqüências negativas.
Percebe-se claramente a crise do setor educacional. Ações desconexas, improdutivas e ineficientes, de cunho meramente eleitoreiro, vem sendo tomadas ao longo dos anos culminando com a pobreza educacional. As políticas públicas educacionais devem direcionar a prioridade de ensino para a formação de um currículo escolar, com conhecimentos, habilidades e atitudes a serem ministrados aos alunos para responder às demandas sociais e culturais. Porém, o que se observa é que as transformações causadas do modelo atendem novos interesses e novos objetivos que não atendem as necessidades prioritárias da Nação.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Plano de aula


Tema: Texto Embaralhado

Objetivos:
• Estruturar textos de forma coerente e coesa.
• Refletir sobre os elementos responsáveis pela coesão dos parágrafos e construção do sentido do texto.



Garoto linha dura

Deu-se que o Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.
Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.
O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho?
Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois.
Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você.
Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou:
- Quem quebrou foi o garoto do vizinho.
- Você tem certeza?
- Juro.
Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou.
Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha idéias revolucionárias. Virou-se para o pai e aconselhou:
- Papai, esse menino do vizinho é um subversivo desgraçado. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo tacando a mão nele.
(Stanislaw Ponte Preta, Dois amigos e um chato. São Paulo, Moderna, 1995.)



Garoto linha dura

Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você.

Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.

O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho?

Papai, esse menino do vizinho é um subversivo desgraçado. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo tacando a mão nele.

Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha idéias revolucionárias. Virou-se para o pai e aconselhou:

- Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou:

- Quem quebrou foi o garoto do vizinho.

- Juro.

- Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois.

Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou.

Deu-se que o Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.

- Você tem certeza?




Contexto – Trabalhar a questão da concentração dos alunos. É uma atividade interessante por se tratar de uma turma com alunos que fala muito e se mantêm pouco tempo sentado durante as aulas.

Conteúdo(s) – Retomar estudo sobre coesão e uso dos sinais de pontuação para construção dos sentidos do texto a partir do desempenho da turma.

Desenvolvimento – Organizar os alunos em duplas ou trios e entregar um envelope com texto embaralhado para cada grupo. Em seguida, oriente os alunos sobre a importância de observar atentamente cada parágrafo antes de montar o texto. Durante a realização da tarefa, observe as hipóteses levantadas pelos alunos para no momento da correção retomar dúvidas quanto à coesão e sentido do texto.
Realizar a correção oralmente e anotar na lousa as hipóteses e dúvidas da turma. Em seguida, entregue um texto completo para cada grupo e deixe que façam as correções e compreendam as escolhas do autor.

Recursos – Trabalho com textos.

Avaliação – Observar o trabalho em grupo. A avaliação será continua durante a realização das atividades, considerando a participação de todos os alunos e seu envolvimento com o trabalho.


Após a montagem do texto será proposto aos alunos questões de interpretação e a sugestão para que os alunos continuem o texto mostrando o que aconteceu quando o vizinho abriu a porta.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Para quem gosta de LER!!!

Era uma vez... Viola no saco

Há muito tempo, quando os bichos

falavam e muitas coisas eram diferentes, havia muita festança no mundo. Um dia houve uma festa no céu e todos os bichos foram convidados. Entre eles, um dos mais esperados era o Urubu, porque as danças dependiam das músicas que ele tocava na viola.

No dia da festa, o Urubu enfiou sua viola no saco e, antes de iniciar a viagem, foi beber água na lagoa. Lá encontrou o Sapo Cururu, que se secava ao sol. Enquanto o Urubu bebia, o espertalhão do Cururu, que também queria ir à festa, se escondeu dentro da viola para viajar de carona.

Quando o Urubu chegou ao céu, foi muito bem recebido, pois todos esperavam por ele para começar a dançar o cateretê e a quadrilha. Mas antes o chamaram para beber umas e outras.

O Urubu foi, deixando a viola encostada num canto. O Cururu aproveitou para pular da viola sem ser visto e foi se empanturrar com os quitutes da festa. O Urubu também comeu e bebeu até não poder mais e não viu que o Cururu, aproveitando uma distração sua, se escondera de novo dentro da viola para tornar a tirar uma carona na volta para a terra.

Quando chegou a hora de voltar, o Urubu guardou a viola no saco e saiu voando de volta para casa. Durante o vôo, estranhou que a viola estivesse tão pesada. "Na vinda foi fácil, mas na volta está difícil. Será que fiquei fraco de tanto comer e beber?", pensou ele. Por via das dúvidas, examinou o saco com a viola e acabou descobrindo o malandro do Sapo Cururu agachado lá dentro. Furioso por ser usado desse jeito, o Urubu começou a sacudir o saco com a viola, para despejar o Cururu lá do alto e se ver livre dele.

O Cururu, com medo de se esborrachar no chão pedregoso lá em baixo, recorreu à sua proverbial esperteza e começou a gritar: "Urubu, Urubu, me jogue sobre uma pedra, não me jogue na água, que eu morro afogado!".

O Urubu, tolo, querendo se vingar do Sapo, viu lá de cima uma lagoa e tratou logo de despejar o Sapo dentro d’água, que era pra ele se afogar. O espertalhão do Cururu, que só queria era isso mesmo, saiu nadando, feliz da vida. O bobão do Urubu só não ficou "a ver navios" porque não havia navios naquela lagoa. E é por isso que, quando alguém perde a partida e tem de sair quieto e calado, dizem que "fulano teve de meter a viola no saco"...
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História do folclore paulista,

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ZENIT - Relijogando: um jeito original de ensinar religião

ZENIT - Relijogando: um jeito original de ensinar religião

Formação Continuada

Algumas exigências que a Lei 9.394/96 colocou em relação a formação de professores de séries iniciais, chocou a classe de educadores, é sem dúvida uma prescrição autoritária. Algumas delas são: os níveis de formação docente exigidos para a atuação dos professores na educação básica; as competências dos Institutos Superiores de Educação.
Precisamos pensar que a formação do professor em serviço esta geralmente condicionada a decisão política, a qual, por sua vez, está ligada às prioridades relativas à educação, à destinação de recursos financeiros aos programas educativos, ao espaço disponível para a realização de grupos de estudos na própria escola e a tantos outros aspectos que poderíamos enumerar.
A formação continuada deve se dar com base na realidade da própria escola, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.
Os professores dificilmente são consultados, ouvidos ou chamados a participar das decisões a respeito das políticas públicas, em especial das que dizem respeito aos programas de formação continuada.
A LDB, mesmo diante de entraves práticos, abre caminhos legais dando alternativa e respaldo para a formação continuada em serviço. No entanto na prática constata-se que muitas instituições de ensino fundamental ainda não se conscientizaram da necessidade desta formação. Não estão preocupadas em colocar no seu calendário um tempo disponível para sua execução.
A formação continuada em serviço, na prática ainda é rara e tímida. Não se pode continuar esperando que os governos tomem ações neste sentido. As mudanças na área da formação do professor devem partir de ações de dentro da escola, garantindo tempo e espaço para estudos, pesquisa, reflexões e troca de idéias sobre os problemas escolares; sempre pautadas nas necessidades destes profissionais. Todavia, é fundamental que as pessoas envolvidas na atividade de educação escolar percebam esta necessidade por eles mesmos sem que precisem ser evangelizados e pressionados pela comunidade externa à realidade escolar imediata e mesmo pelos colegas de trabalho.
A formação permanente inicia-se pela reflexão crítica sobre a prática, e, a partir dessa reflexão abre-se um caminho para realçar a importância da troca de experiências entre pares, que através de relatos de experiências, oficinas, grupos de trabalho os professores encontram espaço aberto para aprenderem juntos, cada um pode aprender com o outro. Isso os leva a compartilhar evidências, informação e a buscar soluções. A partir daqui os problemas importantes da escola começam a ser enfrentados com a colaboração entre todos.
Muito sofrimento do professor poderia ser evitado se a formação inicial e continuada fosse outra, se aprendesse menos técnicas e mais atitudes, hábitos, valores. Muita dor poderia ser evitada se o professor aprendesse a organizar melhor o seu trabalho e o de seus alunos, se aprendessem a sistematizar e avaliar mais dialogicamente se tivesse aprendido a aprender de forma cooperativa. No entanto, o individualismo da profissão mata a ansiedade e a angústia, leva ao sofrimento e até ao martírio do professor compromissado e à desistência daquele que perdeu a esperança.
No entanto, é preciso que haja consciência por parte dos profissionais da área educacional, de que o processo de sua formação é continuo, porém este precisa de colaboradores para que possa mostrar de forma eficaz que o aprender tem um significado.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SUGESTÃO de Atividade em Sala de Aula

Atividade em Sala de Aula

História: “João e o pé de feijão”

Série 2º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Ciências

Atividade: O ciclo de vida do feijão.


Objetivo: Desenvolver no aluno o interesse por novas experiências;
Organização e a possibilidade observar a germinação de leguminosas; Orientar os alunos para acompanharem o crescimento das plantas.

Desenvolvimento: Contar a história de “João e o pé de feijão”.
Em seguida distribuir o material para os alunos realizarem a experiência da germinação.
- Um pote pequeno;
- fita adesiva
- Algodão e seis grãos de feijão para cada aluno.
A atividade será desenvolvida em duas aulas.

No primeiro dia o professor explicará aos alunos, fundamentado na história contada, a importância de se plantar alimentos e as fases de desenvolvimento de uma plantação.
Os alunos receberão o material e executarão a experiência. Colocando o algodão no pote, três sementes de feijão, umedecer o algodão com um pouco de água.

No segundo dia será feita a observação do processo de germinação,os alunos descreveram e ilustraram as mudanças ocorridas com as sementes.

A avaliação da atividade será feita através da observação do professor do envolvimento dos alunos na construção da experiência.

O impacto do twitter na educação

O impacto do twitter na educação

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Formação Docente

Estamos vivendo um século de expansão da comunicação de massa que deu origem a um novo tipo de cultura, a cultura midiática. Essa nova realidade esta trazendo desafios ao processo educacional e consequentemente ao professor que precisa se atualizar sobre essas novas ferramentas de ensino. Esse processo não esta apenas ligado ao ensino superior, mas atinge todo sistema educacional. Hoje é possivel aprender diante de uma TV e um computador em um tempo abreviado, o que antes se levava um tempo maior em aulas convencionais.
Muitos docentes resistem aos avanços tecnológicos na área da educação por temerem serem substituidos por tais recursos. Torna-se necessário aos professores fazer uso dessas tecnologias como aliada no processo de ensino-aprendizagem.

Incentivo à Leitura

sexta-feira, 6 de julho de 2012

"Ouvir histórias é o início de aprendizagem para ser leitor"


Normalmente todos os educadores vivenciam de perto a evolução de seu aluno. O contato com a literatura infantil que são textos recheados de encantamento faz-nos perceber quão importante e cheia de responsabilidade é toda forma de leitura.
A literatura infantil não deve ser feita essencialmente com intenção pedagógica, didática ou para incentivar hábito de leitura. Este tipo de texto deve ser produzido pela criança que há em cada um de nós. Assim o poder de cativar esse público tão exigente e importante aparece.
O que queremos na verdade é que nossos alunos sejam apaixonados pelos livros, e que o hábito da leitura se transforme num grande prazer.
A seleção do primeiro livro foi pelo encantamento do escritor. Ele que se dedicou a escrever livros e histórias para as crianças.
LOBATO, Monteiro. O poço do Visconde. 21.ed.-São Paulo: Brasiliense, 1994.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ler é bom demais

Hábito de ler está além dos livros, diz um dos maiores especialistas em leitura do mundo
(...) O historiador esteve no Brasil para participar do 2º Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários, realizado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Em entrevista à Agência Brasil, o professor e historiador avaliou que os meios digitais ampliam as possibilidades de leitura, mas ressaltou que parte da sociedade ainda está excluída dessa realidade. “O analfabetismo pode ser o radical, o funcional ou o digital”, disse.
O Estado de São Paulo

Sugestão


· Skoob é ponto de encontro de leitores
Aficcionados por livros, uni-vos! A plataforma digital Skoob reúne inveterados leitores interessados em trocar informações sobre seus preciosos livros e as palavras que cada um deles contém dentro de si.
A proposta do site é apresentar, pela troca de informações propiciadas em uma rede social, diferentes autores e títulos aos leitores, colocando-os em contato pelo universo livresco.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Planejamento educacional participativo

O professor que deseja realizar uma boa atuação docente sabe que deve estimular a participação do aluno no planejamento de ensino para que possa alcançar resultados desejados. Mas no cotidiano escolar sabemos que realizar um planejamento participativo é muito difícil, quase impossível e infelizmente não ocorre. O que ocorre muitas vezes é um planejamento cooperativo entre professores. A vantagem de ter a participação do aluno na elaboração do planejamento seria de envolvê-lo no processo ensino-aprendizagem, para que possa efetuar uma aprendizagem significativa. Nem sempre é possível implementar esse processo de participação do aluno porque é bastante complexo e envolve a organização da escola e nem todas são flexíveis permitindo a participação do aluno no ato de planejar.

terça-feira, 12 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

AVALIAÇÃO DE LIVROS DIDÁTICOS

Os Livros avaliados foram de Ciências e Matemática.
CRUZ, José Luiz Carvalho. Projeto Pitanga ciências – 1.ed.São Paulo:Moderna,2005,112p.
CENTURÓN, Marilia. Porta Aberta matemática – 1. ed.São Paulo:FTD,2005,271p.

Os livros analisados foram do manual do professor, os dois foram da 1ª série do ensino fundamental.
O autor do livro de ciências faz uma apresentação, questiona o motivo pelo qual se deve ensinar ciências e apresenta os objetivos do ensino contextualizado na coleção como também a metodologia aplicada.
Os objetivos apresentados pelo autor são claros e correspondem ao planejamento do ensino da série a que o livro é destinado.
Segundo o autor a metodologia utilizada deve levar em consideração o conhecimento prévio do aluno e ele apresenta uma metodológica muito bem elaborada.
Os conteúdos são coerentes com o plano de curso e adequados à série, a faixa etária dos alunos e o perfil socioeconômico. A linguagem é simples e de fácil entendimento. A proposta do autor é de atividades nas quais os alunos se socializem e estejam bem presentes no cotidiano fora da escola.
E as informações contidas no livro estão bem atualizadas.
Os exercícios propostos no livro são de fácil entendimento e de boa qualidade. Estão bem planejados de acordo com os textos apresentados, uma quantidade suficiente para fixação do conteúdo.
Nas atividades prévias proposta pelo autor para fixação do conteúdo, os alunos devem fazem pesquisas que são enriquecedoras, atividades a serem realizadas em grupo, apresentação de atividades práticas como por exemplo coletar minhocas para observação no tema “A vida no planeta terra”, dessa forma ele sugere que os alunos observem e registrem todas as suas dúvidas.
Como o livro analisado foi o livro do professor, ele apresenta as respostas (gabarito) de todos os exercícios com precisão.
Os textos são bem elaborados com uma linguagem simples e de fácil entendimento. Bem encadernado, ilustrado.
O autor apresenta toda a bibliografia consultada e no guia e recursos didáticos ele apresenta alguns textos com a referência do autor, faz referência também a endereços na internet pesquisados, bibliografia recomendada e sugestões de leitura para os alunos.
Através da disciplina ciências pode-se estimular uma postura crítica que permita avaliar como a sociedade intervém na natureza. Atualmente, sabemos que esse tipo de postura é essencial, por exemplo, para diminuir a degradação acelerada do meio ambiente, para se ter uma nova realidade com inclusão social e respeito ao ser humano e ao meio em que está inserido

sexta-feira, 8 de junho de 2012

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Indicação de Leitura


"No jardim das feras", não ficção de Eric Larson há mais de um ano na lista de best-sellers do New York Times. O livro reconstitui a ascensão de Hitler sob a singular perspectiva do então embaixador norte-americano em Berlim e de sua filha ...

No Jardim das Feras - Intriga e Sedução na Alemanha de Hitler - Erik Larson

www.skoob.com.br

No Jardim das Feras - De forma inesperada, o professor William E. Dodd, da Universidade de Chicago, é convidado para assumir a embaixada dos Estados Unidos na Alemanha em 1933....

quarta-feira, 6 de junho de 2012

PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO E AQUISIÇÃO DA LEITURA

Sabemos que a leitura alarga os conhecimentos e capacita o ser humano a interagir no mundo de modo criativo e transformador. Pela leitura ou pelo hábito de ler, a pessoa adquire maior habilidade para exercer os conhecimentos culturalmente construídos e, deste modo, escala com facilidade os novos graus de ensino, atingindo por, conseqüência, atinge sua realização pessoal.
A leitura na escola tem sido, fundamentalmente, um objeto de ensino. Contudo, para que possa construir também objeto de aprendizagem, é necessário que faça sentido para o aluno, isto é, a atividade de leitura deve responder, do seu ponto de vista, os objetivos de realizações imediatas.
Observamos dificuldades – de um lado, por parte das escolas em estimularem seus alunos; de outro, por parte dos alunos em desenvolver competências para a aprendizagem da leitura. Por outro lado, entendemos que a leitura é uma fonte de conhecimento que serve de grande estímulo e motivação para que a criança goste da escola e de estudar. A leitura é indispensável a qualquer nível de escolaridade, e é matéria-prima para qualquer tipo de aprendizado.

TODO MUNDO DEVERIA LER!

Como todos os bons leitores, você é certamente uma pessoa
que gosta de estar bem informado do que se passa no mundo.

Ler muito é a melhor forma de ser uma pessoa mais educada
e de conseguir alcançar o sucesso em diversas áreas.

Provavelmente já é leitor da Proteste, que é só uma das melhores
publicações mundiais, de defesa do consumidor e de cultura geral
sobre assuntos práticos da vida de todos nós.

A Proteste está realizando uma pesquisa nacional e oferecendo uma
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Boas Leituras!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Vem ai a Bienal do Livro...fique ligado.

DESCRIÇÃO
A XV edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro acontece entre os dias 1 a 11 de setembro. 28 anos depois, o evento mantém seu foco principal: o livro. Milhares de expositores já passaram pelos estandes do evento, trazendo de clássicos a novidades da literatura. Durante a Bienal, também acontecem diversas palestras e oficinas abordam o universo da leitura.

Nesta 15ª edição, são 950 expositores, 150 autores brasileiros e 23 estrangeiros. O tema deste ano é o Brasil, com o objetivo de estimular o visitante a entender e discutir sobre a realidade do país, nos diferentes espaços do evento.

A primeira edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro aconteceu em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1000 m².

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Portal aponta 100 maneiras de usar o Facebook em sala de aula

Iniciativa voltada a alunos e professores enxerga potencial educativo na plafaforma
Criar um grupo de discussão no Facebook e adotá-lo como uma extensão das salas de aula. Aproveitar esse espaço para tirar dúvidas de alunos, compartilhar materiais que se relacionam com os temas abordados e até mesmo propor desafios ou tarefas de casa. Isso sem falar da possibilidade de contatar um especialista sobre determinado assunto e utilizá-lo como fonte para uma pesquisa escolar. Essas são algumas das 100 indicações de utilização da rede social em sala de aula propostas pelo Portal Universia.
O Estado de São Paulo

Para pensar

Os professores são tão ou mais importantes que os psiquiatras, os juízes e os generais. Os professores lavram os solos da inteligência dos jovens para que eles aprendam a ser pensadores, para que eles não adoeçam e sejam tratados pelos psiquiatras, para que eles não cometam crimes e sejam julgados pelos juízes, para que eles não façam guerras e sejam comandados por generais.
Augusto Cury

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amigos da Escola / Leitura

‘Falando descubro, escrevendo existo’ resgata tradições da região Norte
Projeto, que já foi apresentado no Fórum Social Mundial, precisa de patrocínio
Assistente Social e professora de Participação Cidadã dentro do ProJovem Urbano, projeto de inclusão social desenvolvido dentro de escolas públicas do Ensino Fundamental, Cristina de Oliveira Melo desenvolveu o "Falando descubro, escrevendo existo’, projeto de resgate da identidade cultural com os estudantes do ensino fundamental das Escolas Padre José de Anchieta e Magalhães Barata, localizadas no município de São Sebastião da Boa Vista, na Ilha de Marajó (PA).

Alunos que participaram do projeto "Falando Descubro, escrevendo existo"
"O meu projeto tem como objetivo resgatar a tradição popular local e transformá-la em memória cultural, buscando a inclusão social por meio da cultura. Tem como produto final a confecção de livros, que serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas, instituições culturais e espaços comunitários”, diz Cristina.
O projeto gerou material suficiente para a publicação de dois livros, com cantigas, culinária, histórias, lendas, contos e poemas. Os resultados estão prontos, mas ainda não foram transformados em livros por falta de recursos. No entanto, a professora acredita ter atingido o principal objetivo: “Os alunos redescobriram a cultura ribeirinha, que virou fonte de conhecimento e troca para a valorização de suas identidades.”
Atualmente, a professora vive em Nova Olímpia, no Mato Grosso. Ela tem planos de reaplicar o “Falando Descubro, escrevendo existo”. “Estou me mobilizando para reaplicar o projeto, com adultos do Projeto Brasil Alfabetizado. A Secretaria de Educação do Mato Grosso está analisando.”


Além disso, Cristina tem outros planos. Em breve, ela começará duas novas oficinas de artesanato para idosos e para costureiras. Uma, para a construção de móbiles; a outra, utilizando fios, para a confecção de cestos e cortinas em sisal. “As oficinas são acompanhadas por filmes e músicas, priorizando as que fazem referência à cultura local. Também se fala e se descobre existindo através da criação, do artesanato. A diferença das oficinas em relação ao ‘Falando descubro’ é que serão realizadas em espaços de projetos sociais, não em salas de aula”, diz Cristina.
Com o “Falando descubro, escrevendo existo”, Cristina foi uma das vencedoras do Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias, iniciativa da Fundação Banco do Brasil com a "Revista Fórum". No ano passado, apresentou seu projeto ao Fórum Social Mundial, em Dacar, capital no Senegal.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pedagogia e Experiências

· Jovens prodígios prometem ferramenta revolucionária para Educação
Após abandonar carreiras promissoras no mercado financeiro, brasileiros desenvolvem site com ambiente personalizado de ensino
Ainda em fase de testes, o site Geekie já é visto como promessa de contribuição tecnológica para melhorar o processo de ensino e aprendizagem nas escolas. A ferramenta ainda é pouco detalhada. Sabe-se apenas que será um simulador com para diagnosticar com mais precisão as dificuldades dos alunos com ares de vídeo game. O trunfo que valoriza o projeto antecede o produto: o currículo dos idealizadores.
iG

terça-feira, 8 de maio de 2012

Clipping de Educação: Resumo do dia

Clipping de Educação: Resumo do dia: Ministro espera que comissão da Câmara aprove PNE ainda este mês.  Ministro aponta para a necessidade de atenção à creche e à pré-escola.  D...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Os Livros

"Os livros são o tesouro precioso do mundo e a digna herança das gerações e nações." Henry David Thoreau

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Educação e o corpo

Segundo alguns teóricos, falamos através da expressão de nossos corpos. A expressão corporal dinamiza a comunicação.
Como educadores precisamos estar atentos às necessidades que os alunos demonstram através da expressão corporal, por isso torna-se importante à avaliação do corpo. A avaliação do corpo é para se ter a capacidade de observar, ler no corpo e através do corpo, a história pessoal de nossos alunos.
O corpo do professor precisa falar ao corpo do aluno que recebe as informações e todo aprendizado

quinta-feira, 5 de abril de 2012

LER É O MAIOR BARATO

O projeto pedagógico deverá ser o eixo norteador do planejamento da ação educativa. Atividades que favoreçam a criança viver experiências ricas e de seu interesse, que promovam o acesso a diferentes linguagens, de forma que todas as crianças possam atuar com autonomia e liberdade de expressão, interagindo com os colegas de forma cooperativa e solidária. É nesse sentido que o projeto “Ler é o maior barato” atribui relevância dos primeiros contatos com a leitura e a escrita com a literatura infantil nas salas de aula onde as crianças vivenciam grande parte de sua realidade através da fantasia e da imaginação e também vai de encontro com os objetivos do projeto político pedagógico da escola que é formar alunos leitores.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Paulo Freire

"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo,
torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente,
ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se
a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela
tampouco a sociedade muda."

sexta-feira, 30 de março de 2012

Cai nº de leitores no País e metade não lê Parcela da população que se diz leitora passou de 55% em 2007 para 50% em 2011 28 de março de 2012 | 23h 49

Maria Fernanda Rodrigues - O Estado de S.Paulo

A terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, a ser apresentada hoje na Câmara, revelou que a população leitora diminuiu no País. Enquanto em 2007 55% dos brasileiros se diziam leitores, hoje esse porcentual caiu para 50%.

Veja também: Cerca de 75% dos brasileiros jamais pisaram em uma biblioteca, diz estudo

JF Diorio/AE

Jovens leem em biblioteca no Parque da Juventude, na zona norte de São Paulo
São considerados leitores aqueles que leram pelo menos um livro nos três meses anteriores à pesquisa. Diminuiu também, de 4,7 para 4, o número de livros lidos por ano. Entraram nessa estatística os livros iniciados, mas não acabados. Na conta final, o brasileiro leu 2,1 livros inteiros e desistiu da leitura de 2.

A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência por encomenda do Instituto Pró-Livro (IPL), entidade criada em 2006 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sindicato Nacional de Editores e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares. "É no mínimo triste a gente não poder comemorar um crescimento", disse Karine Pansa, que acumula a direção do IPL e da CBL. Ontem, o Estado mostrou que 75% dos brasileiros nunca pisaram em uma biblioteca.

Participaram da apresentação representantes de entidades livreiras e do poder público, entre eles a ministra da Cultura, Ana de Hollanda. Ela destacou a importância do estudo para o direcionamento das políticas públicas do Minc e do Ministério da Educação. "Temos de ter um olhar da cultura que vai além do ensino e que abra os olhos para outras dimensões. O livro é que vai permitir a formação da cidadania", disse a ministra.

O levantamento foi realizado entre junho e julho de 2011, com 5.012 pessoas de 315 municípios, com 5 anos ou mais, em suas próprias casas. Todas as regiões do País foram incluídas e a margem de erro é de 1,4%.

Questões diversas. Para compor o mapa da leitura, questões diversas foram analisadas. Os principais motivos que mantêm leitores longe de livros são falta de tempo (53%) e desinteresse (30%). O livro digital, novidade deste ano, já é de conhecimento de 30% dos brasileiros e 18% deles já os usaram. A metade disse que voltaria a ler nesse formato.

A mãe não é mais a maior incentivadora da leitura, como aparecia na pesquisa passada. Para 45% dos entrevistados, o lugar é ocupado agora pelo professor. A biblioteca é o lugar escolhido para a leitura de um livro por apenas 12% dos brasileiros - 93% dos que leem o fazem em casa. Ter mais opções de livros novos foi apontado por 20% dos entrevistados como motivo para frequentar uma biblioteca. Porém, para 33% dos brasileiros, nada os convenceria a entrar em uma.

Entre o passatempo preferido, ler livros, periódicos e textos na internet ocupa a sexta posição (28%). Na pesquisa anterior, o índice era de 36%. Assistir à televisão segue na primeira posição (85%) - em 2007, era a distração de 77% dos entrevistados.

Dos 197 escritores citados, os mais lembrados foram Monteiro Lobato, Machado de Assis, Paulo Coelho, Jorge Amado e Carlos Drummond de Andrade. Já os títulos mais mencionados foram a Bíblia, A Cabana, Ágape, O Sítio do Picapau Amarelo - que não é exatamente título de nenhum livro de Lobato - e O Pequeno Príncipe. Best-sellers como Crepúsculo, Harry Potter e O Monge e o Executivo também aparecem.

Tópicos: Biblioteca, Leitura, Livros, Educação

quinta-feira, 29 de março de 2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Artigos publicados

Tenho alguns artigos publicados nos sites:

www.gestaouniversitaria.com.br
www.artigonal.com


Visitem

Ajuda para montar sua monografia

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – monografia
Nas páginas seguintes são apresentados alguns modelos que poderão auxiliá-los na confecção dos elementos da estrutura de trabalhos acadêmicos.

RECOMENDAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO FINAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO

1 - Formatação da monografia conforme normas da Univerdade e da ABNT.
De acordo com as diretrizes para elaboração de monografias da Faculdade de Educação da UERJ, a estrutura da monografia a ser entregue deve atender as seguintes normas:


a) Formatação em editor de texto tipo Word
• Letra - Times New Roman ou Arial 12
• Margem superior – 3 cm
• Margem inferior – 3 cm
• Margem direita – 2,5 cm
• Margem esquerda - 3 cm
• Entrelinhas - 1,5


b) Parte pré-textual
• folha de rosto – conforme modelo anexo
• agradecimento (opcional) –conforme modelo anexo
• resumo – máximo 30 linhas (300 palavras) – espaço entrelinhas -simples
• sumário- conforme modelo anexo


c) Corpo da monografia
• introdução
• desenvolvimento (subdividido em capítulos)
• conclusão


d) Referências bibliográficas
e) Anexos (se necessário)
Obs – o exemplar final da monografia deverá vir acompanhada de um disquete ou CD com o texto completo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Formação Docente

Estamos vivendo um século de expansão da comunicação de massa que deu origem a um novo tipo de cultura, a cultura midiática. Essa nova realidade esta trazendo desafios ao processo educacional e consequentemente ao professor que precisa se atualizar sobre essas novas ferramentas de ensino. Esse processo não esta apenas ligado ao ensino superior, mas atinge todo sistema educacional. Hoje é possivel aprender diante de uma TV e um computador em um tempo abreviado, o que antes se levava um tempo maior em aulas convencionais.
Muitos docentes resistem aos avanços tecnológicos na área da educação por temerem serem substituidos por tais recursos. Torna-se necessário aos professores fazer uso dessas tecnologias como aliada no processo de ensino-aprendizagem.
Se pensarmos do ponto de vista de Adorno, entenderemos que nesse momento de tantos avanços cabe ao docente como a todo o sistema de ensino fazer uso dessas tecnologias e explorá-la a favor da educação. É preciso pensar nessas mudanças não como algo negativo para os alunos e professores, mas como um processo que possa promover a autonomia de todos os envolvidos.
Com as facilidades econômicas na aquisição de equipamentos eletrônicos, é provável que grande parte dos alunos já possua um celular, um computador e uma TV, principalmente alunos de escolas privadas. Trabalhar com tecnologias em escolas públicas ainda é um desafio para docentes.
Com relação à formação continuada do docente, esta deve acontecer com base na realidade da própria instituição de ensino, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.

Os filhos e a disciplina

Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?
1 Timóteo 3:4-5

Como pais, precisamos educar nossos filhos no Senhor, criando-os na disciplina e na correção do Senhor. Se verdadeiramente os amamos e lhes queremos bem, nunca faltará e nossos lares a correção e a disciplina. Observamos que na Palavra do Senhor temos essa instrução. Devemos saber governar e cuidar de nossa própria casa, criando e orientando nossos filhos sob disciplina. Buscar em Deus cada dia sabedoria para orientá-los, se não for dessa forma não saberemos cuidar das coisas na casa de Deus.
“Dê aos seus filhos a oportunidade de fazer escolhas enquanto eles ainda são jovens. Não tome sempre decisões por eles em todas as coisas quando estão em casa com você, e, quando tiverem dezoito anos ou vinte, você os atira de repente no mundo. Se fizer isso, eles não saberão escolher por si mesmos”.
Portanto, ao criar os filhos, dê-lhes ampla oportunidade de escolher.
Deixe-os expressar do que gostam ou do que não gostam. Mostre-lhes se aquilo de que gostam é coisa correta ou não. Ajude-os a escolher corretamente, deixe-os fazer a escolha.
Se você não dá a seus filhos a oportunidade de escolher, eles não serão capazes, quando casarem, de governar a família e sua casa. Dê a seus filhos o máximo de oportunidade para escolher, dando-lhes ao mesmo tempo orientações acerca das suas escolhas.
Que Deus abençoe nossos lares e nossos filhos.



Lílian Mazzini de Britto de Castro