Incentivo à leitura é um questionamento e nos leva a refletir sobre como ensino da leitura na escola é importante nos dias de hoje. Nesta reflexão, é primordial analisar os fatores que impedem o incentivo à leitura e a formação de sujeitos leitores para que possamos apresentar caminhos de renovação e de qualificação na prática pedagógica relativo à leitura.
Sejam Bem Vindos
Muito bom recebe-lo no meu Blog Incentivo à Leitura...espero que goste e deixe o seu recado.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Incentivo à leitura: Educação Superior no Brasil
Incentivo à leitura: Educação Superior no Brasil: Gazeta do Povo, 23/03/2010 - Curitiba PR Na medida Editorial Tem faculdade fazendo das tripas coração para merecer esse nome. Algumas cri...
Incentivo à leitura: "Educação é aquilo que fica depois que você esque...
Incentivo à leitura: "Educação é aquilo que fica
depois que você esque...: "Educação é aquilo que fica depois que você esquece o que a escola ensinou." Albert Einstein
Dicas para conquistar um leitor
Você é professor ou incentivador de leitura?
Vou lhe dar algumas dicas de como conquistar um LEITOR.
Escolha livros interessantes e de acordo com a idade do leitor;
Desperte o interesse com informações sobre a leitura ou perguntas que induzam à vontade ler;
Escolha livros que possam ser divididos em pequenos trechos para que a leitura seja feita aos poucos;
Prepare comentários sobre a leitura para o leitor possa participar dando sua opinião;
Inicialmente, faça leitura coletiva. Divida em trechos que devem ser comentados, ilustrados e reconstruidos.
Fonte: Como conquistar um Leitor
Marilze S Petroni
Vou lhe dar algumas dicas de como conquistar um LEITOR.
Escolha livros interessantes e de acordo com a idade do leitor;
Desperte o interesse com informações sobre a leitura ou perguntas que induzam à vontade ler;
Escolha livros que possam ser divididos em pequenos trechos para que a leitura seja feita aos poucos;
Prepare comentários sobre a leitura para o leitor possa participar dando sua opinião;
Inicialmente, faça leitura coletiva. Divida em trechos que devem ser comentados, ilustrados e reconstruidos.
Fonte: Como conquistar um Leitor
Marilze S Petroni
Uma mensagem para o seu coração. MEDITE
Como é importante ser sábio. A sabedoria trará para sua vida paz, longanimidade e o livrará de todo MAL.
Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar no coração os meus mandamentos;
se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento;
se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto,
se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido,
então você entenderá o que é temer ao Senhor e achará o conhecimento de Deus.
Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento.
Ele reserva a sensatez para o justo; como um escudo protege quem anda com integridade,
pois guarda a vereda do justo e protege o caminho de seus fiéis.
Então você entenderá o que é justo, direito e certo, e aprenderá os caminhos do bem.
10 Pois a sabedoria entrará em seu coração, e o conhecimento será agradável à sua alma.
O bom senso o guardará, e o discernimento o protegerá.
A sabedoria o livrará do caminho dos maus, dos homens de palavras perversas.
Prov.2:1-12
Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar no coração os meus mandamentos;
se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento;
se clamar por entendimento e por discernimento gritar bem alto,
se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido,
então você entenderá o que é temer ao Senhor e achará o conhecimento de Deus.
Pois o Senhor é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento.
Ele reserva a sensatez para o justo; como um escudo protege quem anda com integridade,
pois guarda a vereda do justo e protege o caminho de seus fiéis.
Então você entenderá o que é justo, direito e certo, e aprenderá os caminhos do bem.
10 Pois a sabedoria entrará em seu coração, e o conhecimento será agradável à sua alma.
O bom senso o guardará, e o discernimento o protegerá.
A sabedoria o livrará do caminho dos maus, dos homens de palavras perversas.
Prov.2:1-12
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
A escola e a leitura
A escola e a leitura
Partindo do pressuposto de que a escola está vinculada a um sistema educacional coerente com o poder, ao analisar a importância do ato de ler, não podemos dissociá-lo da escola. É por intermédio da escola que a leitura se concretiza.
Desta forma, a leitura na escola, muitas vezes exerce uma função reprodutora e adestra o próprio estudante a uma leitura descontextualizada, e o aluno acaba se tornando um leitor funcional.
A escola dá ênfase demasiada à escrita e principalmente à ortografia, sem dar-se conta de que a leitura proporcionará ao educando meios de vencer as dificuldades ortográficas da nossa língua, esquecendo-se de que para formar bons leitores, necessita perseguir como meta objetivos que ajudarão a formar o hábito da leitura. Primeiramente é preciso ter bem claro os objetivos para saber qual a metodologia a ser usada. Portanto, um dos objetivos para se alcançar à finalidade de formar leitores é: "ler para gostar de ler". A metodologia seria então, garantir o espaço da leitura prazer, leitura para o divertimento, a distensão, a aventura. Outro objetivo é: "ler para conhecer a língua". É o momento propício para apropriação da estrutura da língua portuguesa. E finalmente: "ler para conhecer o mundo". Desvendando e descobrindo os conhecimentos culturalmente construídos, o aluno satisfaz sua curiosidade, amplia seu conhecimento sobre o mundo, aguça o espírito de descoberta e investigação.
Partindo do pressuposto de que a escola está vinculada a um sistema educacional coerente com o poder, ao analisar a importância do ato de ler, não podemos dissociá-lo da escola. É por intermédio da escola que a leitura se concretiza.
Desta forma, a leitura na escola, muitas vezes exerce uma função reprodutora e adestra o próprio estudante a uma leitura descontextualizada, e o aluno acaba se tornando um leitor funcional.
A escola dá ênfase demasiada à escrita e principalmente à ortografia, sem dar-se conta de que a leitura proporcionará ao educando meios de vencer as dificuldades ortográficas da nossa língua, esquecendo-se de que para formar bons leitores, necessita perseguir como meta objetivos que ajudarão a formar o hábito da leitura. Primeiramente é preciso ter bem claro os objetivos para saber qual a metodologia a ser usada. Portanto, um dos objetivos para se alcançar à finalidade de formar leitores é: "ler para gostar de ler". A metodologia seria então, garantir o espaço da leitura prazer, leitura para o divertimento, a distensão, a aventura. Outro objetivo é: "ler para conhecer a língua". É o momento propício para apropriação da estrutura da língua portuguesa. E finalmente: "ler para conhecer o mundo". Desvendando e descobrindo os conhecimentos culturalmente construídos, o aluno satisfaz sua curiosidade, amplia seu conhecimento sobre o mundo, aguça o espírito de descoberta e investigação.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Dicas para Monografia
Introdução:
O aluno deve fazer uma rápida apresentação da sua pesquisa, orientar o leitor sobre a pesquisa realizada: deve esclarecer o tema, o objetivo, a relevância, os autores que se baseou para fundamentar seu estudo e a metodologia adotada na pesquisa (nos capítulos que seguem esses itens serão mais detalhados). Também, deve apresentar como estão organizados os capítulos (os assuntos distribuídos pelos capítulos). Uma página e meia é suficiente para a introdução.
Capítulo 1:
O aluno deve expandir a apresentação da sua pesquisa, detalhando o objetivo geral e os específicos, falando mais sobre a relevância do tema e apresentando a sua metodologia (que vai ser detalhada no cap.3). Uma dica é após a apresentação inicial, redigir um breve histórico do tema ou apresentar os aspetos legais do tema ou fazer uma comparação entre a situação anterior e a atual do tema estudado. (escrever + - 10 páginas).
Capítulo 2:
O aluno deve destacar pontos/aspectos principais do tema estudado (ver o que os autores falam), selecionados da leitura dos livros. Aqui o aluno buscar os fichamentos contendo os resumos e as citações dos livros lidos.(escrever + - 10 páginas).
Capítulo 3:
O aluno deve descrever o procedimento metodológico. Esclarecer o tipo de pesquisa, as técnicas utilizadas na coleta de dados, apresentar os dados coletados (seja em leituras =pesquisa bibliográfica/documental, seja em entrevistas,questionários,observações = pesquisa de campo) e analisá-los com base nos objetivos e nos aspectos principais que apresentou no cap.2.( escrever + - 10 páginas).
Conclusão:
Apresentar a conclusão que chegou, a partir da análise dos dados apresentados no cap.2 e de acordo com o objetivo da pesquisa apresentado no capítulo 1. (2 a 3 páginas).
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
A globalização afeta a educação ?
De uma forma direta a educação é afetada por todo movimento da globalização.
A Educação por sua vez sofre a influência direta das características de um sistema essencialmente capitalista que é de natureza competitiva, individualista e excludente, provocando mutações de conceitos de cidadania, qualidade, conhecimento, produtividade e competência. O processo de globalização vem interferindo nas políticas educativas, de maneira profunda e significativa, acarretando conseqüências negativas.
Percebe-se claramente a crise do setor educacional. Ações desconexas, improdutivas e ineficientes, de cunho meramente eleitoreiro, vem sendo tomadas ao longo dos anos culminando com a pobreza educacional. As políticas públicas educacionais devem direcionar a prioridade de ensino para a formação de um currículo escolar, com conhecimentos, habilidades e atitudes a serem ministrados aos alunos para responder às demandas sociais e culturais. Porém, o que se observa é que as transformações causadas do modelo atendem novos interesses e novos objetivos que não atendem as necessidades prioritárias da Nação.
A Educação por sua vez sofre a influência direta das características de um sistema essencialmente capitalista que é de natureza competitiva, individualista e excludente, provocando mutações de conceitos de cidadania, qualidade, conhecimento, produtividade e competência. O processo de globalização vem interferindo nas políticas educativas, de maneira profunda e significativa, acarretando conseqüências negativas.
Percebe-se claramente a crise do setor educacional. Ações desconexas, improdutivas e ineficientes, de cunho meramente eleitoreiro, vem sendo tomadas ao longo dos anos culminando com a pobreza educacional. As políticas públicas educacionais devem direcionar a prioridade de ensino para a formação de um currículo escolar, com conhecimentos, habilidades e atitudes a serem ministrados aos alunos para responder às demandas sociais e culturais. Porém, o que se observa é que as transformações causadas do modelo atendem novos interesses e novos objetivos que não atendem as necessidades prioritárias da Nação.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Plano de aula
Tema: Texto Embaralhado
Objetivos:
• Estruturar textos de forma coerente e coesa.
• Refletir sobre os elementos responsáveis pela coesão dos parágrafos e construção do sentido do texto.
Garoto linha dura
Deu-se que o Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.
Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.
O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho?
Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois.
Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você.
Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou:
- Quem quebrou foi o garoto do vizinho.
- Você tem certeza?
- Juro.
Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou.
Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha idéias revolucionárias. Virou-se para o pai e aconselhou:
- Papai, esse menino do vizinho é um subversivo desgraçado. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo tacando a mão nele.
(Stanislaw Ponte Preta, Dois amigos e um chato. São Paulo, Moderna, 1995.)
Garoto linha dura
Na hora em que o jantar ia para a mesa, o pai tentou de novo: - Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? - e, ante a negativa reiterada do filho, apelou: - Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você.
Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro e a mulher disse que foi o Pedrinho, mas que o menino estava com medo de ser castigado, razão pela qual ela temia que a criança não confessasse o seu crime.
O pai chamou o Pedrinho e perguntou: - Quem quebrou o vidro, meu filho?
Papai, esse menino do vizinho é um subversivo desgraçado. Não pergunte nada a ele não. Quando ele vier atender à porta, o senhor vai logo tacando a mão nele.
Terminado o jantar o pai pegou o filho pela mão e, já chateadíssimo, rumou para a casa do vizinho. Foi aí que Pedrinho provou que tinha idéias revolucionárias. Virou-se para o pai e aconselhou:
- Diante disso, Pedrinho, com a maior cara-de-pau, pigarreou e lascou:
- Quem quebrou foi o garoto do vizinho.
- Juro.
- Pedrinho balançou a cabeça e respondeu que não tinha a mínima idéia. O pai achou que o menino estava ainda sob o impacto do nervosismo e resolveu deixar para depois.
Aí o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam ao vizinho esclarecer tudo. Pedrinho concordou que era a melhor solução e jantou sem dar a menor mostra de remorso. Apenas - quando o pai fez ameaça - Pedrinho pensou um pouquinho e depois concordou.
Deu-se que o Pedrinho estava jogando bola no jardim e, ao emendar a bola de bico por cima do travessão, a dita foi de contra a uma vidraça e despedaçou tudo. Pedrinho botou a bola debaixo do braço e sumiu até a hora do jantar, com medo de ser espinafrado pelo pai.
- Você tem certeza?
Contexto – Trabalhar a questão da concentração dos alunos. É uma atividade interessante por se tratar de uma turma com alunos que fala muito e se mantêm pouco tempo sentado durante as aulas.
Conteúdo(s) – Retomar estudo sobre coesão e uso dos sinais de pontuação para construção dos sentidos do texto a partir do desempenho da turma.
Desenvolvimento – Organizar os alunos em duplas ou trios e entregar um envelope com texto embaralhado para cada grupo. Em seguida, oriente os alunos sobre a importância de observar atentamente cada parágrafo antes de montar o texto. Durante a realização da tarefa, observe as hipóteses levantadas pelos alunos para no momento da correção retomar dúvidas quanto à coesão e sentido do texto.
Realizar a correção oralmente e anotar na lousa as hipóteses e dúvidas da turma. Em seguida, entregue um texto completo para cada grupo e deixe que façam as correções e compreendam as escolhas do autor.
Recursos – Trabalho com textos.
Avaliação – Observar o trabalho em grupo. A avaliação será continua durante a realização das atividades, considerando a participação de todos os alunos e seu envolvimento com o trabalho.
Após a montagem do texto será proposto aos alunos questões de interpretação e a sugestão para que os alunos continuem o texto mostrando o que aconteceu quando o vizinho abriu a porta.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Para quem gosta de LER!!!
Era uma vez... Viola no saco
Há muito tempo, quando os bichos
falavam e muitas coisas eram diferentes, havia muita festança no mundo. Um dia houve uma festa no céu e todos os bichos foram convidados. Entre eles, um dos mais esperados era o Urubu, porque as danças dependiam das músicas que ele tocava na viola.
No dia da festa, o Urubu enfiou sua viola no saco e, antes de iniciar a viagem, foi beber água na lagoa. Lá encontrou o Sapo Cururu, que se secava ao sol. Enquanto o Urubu bebia, o espertalhão do Cururu, que também queria ir à festa, se escondeu dentro da viola para viajar de carona.
Quando o Urubu chegou ao céu, foi muito bem recebido, pois todos esperavam por ele para começar a dançar o cateretê e a quadrilha. Mas antes o chamaram para beber umas e outras.
O Urubu foi, deixando a viola encostada num canto. O Cururu aproveitou para pular da viola sem ser visto e foi se empanturrar com os quitutes da festa. O Urubu também comeu e bebeu até não poder mais e não viu que o Cururu, aproveitando uma distração sua, se escondera de novo dentro da viola para tornar a tirar uma carona na volta para a terra.
Quando chegou a hora de voltar, o Urubu guardou a viola no saco e saiu voando de volta para casa. Durante o vôo, estranhou que a viola estivesse tão pesada. "Na vinda foi fácil, mas na volta está difícil. Será que fiquei fraco de tanto comer e beber?", pensou ele. Por via das dúvidas, examinou o saco com a viola e acabou descobrindo o malandro do Sapo Cururu agachado lá dentro. Furioso por ser usado desse jeito, o Urubu começou a sacudir o saco com a viola, para despejar o Cururu lá do alto e se ver livre dele.
O Cururu, com medo de se esborrachar no chão pedregoso lá em baixo, recorreu à sua proverbial esperteza e começou a gritar: "Urubu, Urubu, me jogue sobre uma pedra, não me jogue na água, que eu morro afogado!".
O Urubu, tolo, querendo se vingar do Sapo, viu lá de cima uma lagoa e tratou logo de despejar o Sapo dentro d’água, que era pra ele se afogar. O espertalhão do Cururu, que só queria era isso mesmo, saiu nadando, feliz da vida. O bobão do Urubu só não ficou "a ver navios" porque não havia navios naquela lagoa. E é por isso que, quando alguém perde a partida e tem de sair quieto e calado, dizem que "fulano teve de meter a viola no saco"...
___________________________________________
História do folclore paulista,
Há muito tempo, quando os bichos
falavam e muitas coisas eram diferentes, havia muita festança no mundo. Um dia houve uma festa no céu e todos os bichos foram convidados. Entre eles, um dos mais esperados era o Urubu, porque as danças dependiam das músicas que ele tocava na viola.
No dia da festa, o Urubu enfiou sua viola no saco e, antes de iniciar a viagem, foi beber água na lagoa. Lá encontrou o Sapo Cururu, que se secava ao sol. Enquanto o Urubu bebia, o espertalhão do Cururu, que também queria ir à festa, se escondeu dentro da viola para viajar de carona.
Quando o Urubu chegou ao céu, foi muito bem recebido, pois todos esperavam por ele para começar a dançar o cateretê e a quadrilha. Mas antes o chamaram para beber umas e outras.
O Urubu foi, deixando a viola encostada num canto. O Cururu aproveitou para pular da viola sem ser visto e foi se empanturrar com os quitutes da festa. O Urubu também comeu e bebeu até não poder mais e não viu que o Cururu, aproveitando uma distração sua, se escondera de novo dentro da viola para tornar a tirar uma carona na volta para a terra.
Quando chegou a hora de voltar, o Urubu guardou a viola no saco e saiu voando de volta para casa. Durante o vôo, estranhou que a viola estivesse tão pesada. "Na vinda foi fácil, mas na volta está difícil. Será que fiquei fraco de tanto comer e beber?", pensou ele. Por via das dúvidas, examinou o saco com a viola e acabou descobrindo o malandro do Sapo Cururu agachado lá dentro. Furioso por ser usado desse jeito, o Urubu começou a sacudir o saco com a viola, para despejar o Cururu lá do alto e se ver livre dele.
O Cururu, com medo de se esborrachar no chão pedregoso lá em baixo, recorreu à sua proverbial esperteza e começou a gritar: "Urubu, Urubu, me jogue sobre uma pedra, não me jogue na água, que eu morro afogado!".
O Urubu, tolo, querendo se vingar do Sapo, viu lá de cima uma lagoa e tratou logo de despejar o Sapo dentro d’água, que era pra ele se afogar. O espertalhão do Cururu, que só queria era isso mesmo, saiu nadando, feliz da vida. O bobão do Urubu só não ficou "a ver navios" porque não havia navios naquela lagoa. E é por isso que, quando alguém perde a partida e tem de sair quieto e calado, dizem que "fulano teve de meter a viola no saco"...
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História do folclore paulista,
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Formação Continuada
Algumas exigências que a Lei 9.394/96 colocou em relação a formação de professores de séries iniciais, chocou a classe de educadores, é sem dúvida uma prescrição autoritária. Algumas delas são: os níveis de formação docente exigidos para a atuação dos professores na educação básica; as competências dos Institutos Superiores de Educação.
Precisamos pensar que a formação do professor em serviço esta geralmente condicionada a decisão política, a qual, por sua vez, está ligada às prioridades relativas à educação, à destinação de recursos financeiros aos programas educativos, ao espaço disponível para a realização de grupos de estudos na própria escola e a tantos outros aspectos que poderíamos enumerar.
A formação continuada deve se dar com base na realidade da própria escola, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.
Os professores dificilmente são consultados, ouvidos ou chamados a participar das decisões a respeito das políticas públicas, em especial das que dizem respeito aos programas de formação continuada.
A LDB, mesmo diante de entraves práticos, abre caminhos legais dando alternativa e respaldo para a formação continuada em serviço. No entanto na prática constata-se que muitas instituições de ensino fundamental ainda não se conscientizaram da necessidade desta formação. Não estão preocupadas em colocar no seu calendário um tempo disponível para sua execução.
A formação continuada em serviço, na prática ainda é rara e tímida. Não se pode continuar esperando que os governos tomem ações neste sentido. As mudanças na área da formação do professor devem partir de ações de dentro da escola, garantindo tempo e espaço para estudos, pesquisa, reflexões e troca de idéias sobre os problemas escolares; sempre pautadas nas necessidades destes profissionais. Todavia, é fundamental que as pessoas envolvidas na atividade de educação escolar percebam esta necessidade por eles mesmos sem que precisem ser evangelizados e pressionados pela comunidade externa à realidade escolar imediata e mesmo pelos colegas de trabalho.
A formação permanente inicia-se pela reflexão crítica sobre a prática, e, a partir dessa reflexão abre-se um caminho para realçar a importância da troca de experiências entre pares, que através de relatos de experiências, oficinas, grupos de trabalho os professores encontram espaço aberto para aprenderem juntos, cada um pode aprender com o outro. Isso os leva a compartilhar evidências, informação e a buscar soluções. A partir daqui os problemas importantes da escola começam a ser enfrentados com a colaboração entre todos.
Muito sofrimento do professor poderia ser evitado se a formação inicial e continuada fosse outra, se aprendesse menos técnicas e mais atitudes, hábitos, valores. Muita dor poderia ser evitada se o professor aprendesse a organizar melhor o seu trabalho e o de seus alunos, se aprendessem a sistematizar e avaliar mais dialogicamente se tivesse aprendido a aprender de forma cooperativa. No entanto, o individualismo da profissão mata a ansiedade e a angústia, leva ao sofrimento e até ao martírio do professor compromissado e à desistência daquele que perdeu a esperança.
No entanto, é preciso que haja consciência por parte dos profissionais da área educacional, de que o processo de sua formação é continuo, porém este precisa de colaboradores para que possa mostrar de forma eficaz que o aprender tem um significado.
Precisamos pensar que a formação do professor em serviço esta geralmente condicionada a decisão política, a qual, por sua vez, está ligada às prioridades relativas à educação, à destinação de recursos financeiros aos programas educativos, ao espaço disponível para a realização de grupos de estudos na própria escola e a tantos outros aspectos que poderíamos enumerar.
A formação continuada deve se dar com base na realidade da própria escola, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.
Os professores dificilmente são consultados, ouvidos ou chamados a participar das decisões a respeito das políticas públicas, em especial das que dizem respeito aos programas de formação continuada.
A LDB, mesmo diante de entraves práticos, abre caminhos legais dando alternativa e respaldo para a formação continuada em serviço. No entanto na prática constata-se que muitas instituições de ensino fundamental ainda não se conscientizaram da necessidade desta formação. Não estão preocupadas em colocar no seu calendário um tempo disponível para sua execução.
A formação continuada em serviço, na prática ainda é rara e tímida. Não se pode continuar esperando que os governos tomem ações neste sentido. As mudanças na área da formação do professor devem partir de ações de dentro da escola, garantindo tempo e espaço para estudos, pesquisa, reflexões e troca de idéias sobre os problemas escolares; sempre pautadas nas necessidades destes profissionais. Todavia, é fundamental que as pessoas envolvidas na atividade de educação escolar percebam esta necessidade por eles mesmos sem que precisem ser evangelizados e pressionados pela comunidade externa à realidade escolar imediata e mesmo pelos colegas de trabalho.
A formação permanente inicia-se pela reflexão crítica sobre a prática, e, a partir dessa reflexão abre-se um caminho para realçar a importância da troca de experiências entre pares, que através de relatos de experiências, oficinas, grupos de trabalho os professores encontram espaço aberto para aprenderem juntos, cada um pode aprender com o outro. Isso os leva a compartilhar evidências, informação e a buscar soluções. A partir daqui os problemas importantes da escola começam a ser enfrentados com a colaboração entre todos.
Muito sofrimento do professor poderia ser evitado se a formação inicial e continuada fosse outra, se aprendesse menos técnicas e mais atitudes, hábitos, valores. Muita dor poderia ser evitada se o professor aprendesse a organizar melhor o seu trabalho e o de seus alunos, se aprendessem a sistematizar e avaliar mais dialogicamente se tivesse aprendido a aprender de forma cooperativa. No entanto, o individualismo da profissão mata a ansiedade e a angústia, leva ao sofrimento e até ao martírio do professor compromissado e à desistência daquele que perdeu a esperança.
No entanto, é preciso que haja consciência por parte dos profissionais da área educacional, de que o processo de sua formação é continuo, porém este precisa de colaboradores para que possa mostrar de forma eficaz que o aprender tem um significado.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
SUGESTÃO de Atividade em Sala de Aula
Atividade em Sala de Aula
História: “João e o pé de feijão”
Série 2º ano do Ensino Fundamental
Disciplina: Ciências
Atividade: O ciclo de vida do feijão.
Objetivo: Desenvolver no aluno o interesse por novas experiências;
Organização e a possibilidade observar a germinação de leguminosas; Orientar os alunos para acompanharem o crescimento das plantas.
Desenvolvimento: Contar a história de “João e o pé de feijão”.
Em seguida distribuir o material para os alunos realizarem a experiência da germinação.
- Um pote pequeno;
- fita adesiva
- Algodão e seis grãos de feijão para cada aluno.
A atividade será desenvolvida em duas aulas.
No primeiro dia o professor explicará aos alunos, fundamentado na história contada, a importância de se plantar alimentos e as fases de desenvolvimento de uma plantação.
Os alunos receberão o material e executarão a experiência. Colocando o algodão no pote, três sementes de feijão, umedecer o algodão com um pouco de água.
No segundo dia será feita a observação do processo de germinação,os alunos descreveram e ilustraram as mudanças ocorridas com as sementes.
A avaliação da atividade será feita através da observação do professor do envolvimento dos alunos na construção da experiência.
História: “João e o pé de feijão”
Série 2º ano do Ensino Fundamental
Disciplina: Ciências
Atividade: O ciclo de vida do feijão.
Objetivo: Desenvolver no aluno o interesse por novas experiências;
Organização e a possibilidade observar a germinação de leguminosas; Orientar os alunos para acompanharem o crescimento das plantas.
Desenvolvimento: Contar a história de “João e o pé de feijão”.
Em seguida distribuir o material para os alunos realizarem a experiência da germinação.
- Um pote pequeno;
- fita adesiva
- Algodão e seis grãos de feijão para cada aluno.
A atividade será desenvolvida em duas aulas.
No primeiro dia o professor explicará aos alunos, fundamentado na história contada, a importância de se plantar alimentos e as fases de desenvolvimento de uma plantação.
Os alunos receberão o material e executarão a experiência. Colocando o algodão no pote, três sementes de feijão, umedecer o algodão com um pouco de água.
No segundo dia será feita a observação do processo de germinação,os alunos descreveram e ilustraram as mudanças ocorridas com as sementes.
A avaliação da atividade será feita através da observação do professor do envolvimento dos alunos na construção da experiência.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
O vendedor de livros
"Não conheço nenhum outro produto, a não ser o livro, que te dê este poder: criar um mundo, de acordo apenas com a sua imaginação."
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Formação Docente
Estamos vivendo um século de expansão da comunicação de massa que deu origem a um novo tipo de cultura, a cultura midiática. Essa nova realidade esta trazendo desafios ao processo educacional e consequentemente ao professor que precisa se atualizar sobre essas novas ferramentas de ensino. Esse processo não esta apenas ligado ao ensino superior, mas atinge todo sistema educacional. Hoje é possivel aprender diante de uma TV e um computador em um tempo abreviado, o que antes se levava um tempo maior em aulas convencionais.
Muitos docentes resistem aos avanços tecnológicos na área da educação por temerem serem substituidos por tais recursos. Torna-se necessário aos professores fazer uso dessas tecnologias como aliada no processo de ensino-aprendizagem.
Muitos docentes resistem aos avanços tecnológicos na área da educação por temerem serem substituidos por tais recursos. Torna-se necessário aos professores fazer uso dessas tecnologias como aliada no processo de ensino-aprendizagem.
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