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quarta-feira, 28 de março de 2012

Artigos publicados

Tenho alguns artigos publicados nos sites:

www.gestaouniversitaria.com.br
www.artigonal.com


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Ajuda para montar sua monografia

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – monografia
Nas páginas seguintes são apresentados alguns modelos que poderão auxiliá-los na confecção dos elementos da estrutura de trabalhos acadêmicos.

RECOMENDAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO FINAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO

1 - Formatação da monografia conforme normas da Univerdade e da ABNT.
De acordo com as diretrizes para elaboração de monografias da Faculdade de Educação da UERJ, a estrutura da monografia a ser entregue deve atender as seguintes normas:


a) Formatação em editor de texto tipo Word
• Letra - Times New Roman ou Arial 12
• Margem superior – 3 cm
• Margem inferior – 3 cm
• Margem direita – 2,5 cm
• Margem esquerda - 3 cm
• Entrelinhas - 1,5


b) Parte pré-textual
• folha de rosto – conforme modelo anexo
• agradecimento (opcional) –conforme modelo anexo
• resumo – máximo 30 linhas (300 palavras) – espaço entrelinhas -simples
• sumário- conforme modelo anexo


c) Corpo da monografia
• introdução
• desenvolvimento (subdividido em capítulos)
• conclusão


d) Referências bibliográficas
e) Anexos (se necessário)
Obs – o exemplar final da monografia deverá vir acompanhada de um disquete ou CD com o texto completo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Formação Docente

Estamos vivendo um século de expansão da comunicação de massa que deu origem a um novo tipo de cultura, a cultura midiática. Essa nova realidade esta trazendo desafios ao processo educacional e consequentemente ao professor que precisa se atualizar sobre essas novas ferramentas de ensino. Esse processo não esta apenas ligado ao ensino superior, mas atinge todo sistema educacional. Hoje é possivel aprender diante de uma TV e um computador em um tempo abreviado, o que antes se levava um tempo maior em aulas convencionais.
Muitos docentes resistem aos avanços tecnológicos na área da educação por temerem serem substituidos por tais recursos. Torna-se necessário aos professores fazer uso dessas tecnologias como aliada no processo de ensino-aprendizagem.
Se pensarmos do ponto de vista de Adorno, entenderemos que nesse momento de tantos avanços cabe ao docente como a todo o sistema de ensino fazer uso dessas tecnologias e explorá-la a favor da educação. É preciso pensar nessas mudanças não como algo negativo para os alunos e professores, mas como um processo que possa promover a autonomia de todos os envolvidos.
Com as facilidades econômicas na aquisição de equipamentos eletrônicos, é provável que grande parte dos alunos já possua um celular, um computador e uma TV, principalmente alunos de escolas privadas. Trabalhar com tecnologias em escolas públicas ainda é um desafio para docentes.
Com relação à formação continuada do docente, esta deve acontecer com base na realidade da própria instituição de ensino, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.

Os filhos e a disciplina

Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?
1 Timóteo 3:4-5

Como pais, precisamos educar nossos filhos no Senhor, criando-os na disciplina e na correção do Senhor. Se verdadeiramente os amamos e lhes queremos bem, nunca faltará e nossos lares a correção e a disciplina. Observamos que na Palavra do Senhor temos essa instrução. Devemos saber governar e cuidar de nossa própria casa, criando e orientando nossos filhos sob disciplina. Buscar em Deus cada dia sabedoria para orientá-los, se não for dessa forma não saberemos cuidar das coisas na casa de Deus.
“Dê aos seus filhos a oportunidade de fazer escolhas enquanto eles ainda são jovens. Não tome sempre decisões por eles em todas as coisas quando estão em casa com você, e, quando tiverem dezoito anos ou vinte, você os atira de repente no mundo. Se fizer isso, eles não saberão escolher por si mesmos”.
Portanto, ao criar os filhos, dê-lhes ampla oportunidade de escolher.
Deixe-os expressar do que gostam ou do que não gostam. Mostre-lhes se aquilo de que gostam é coisa correta ou não. Ajude-os a escolher corretamente, deixe-os fazer a escolha.
Se você não dá a seus filhos a oportunidade de escolher, eles não serão capazes, quando casarem, de governar a família e sua casa. Dê a seus filhos o máximo de oportunidade para escolher, dando-lhes ao mesmo tempo orientações acerca das suas escolhas.
Que Deus abençoe nossos lares e nossos filhos.



Lílian Mazzini de Britto de Castro

quarta-feira, 24 de março de 2010

Aprendizagem Significativa no Ensino Superior

Muitas pessoas se matriculam em um curso superior afim que obterem muitas vezes apenas o diploma de graduação, bacharel ou tecnólogo em alguma área. Mas na visão de educador devemos levar nossos alunos a buscarem através do curso superior seja na modalidade a distância ou presencial, uma aprendizagem significativa, aprendizagem que os leve a uma prática profissional responsável e que promova diferença na sociedade. Precisamos de profissionais qualificados e muito bem preparados para se posicionarem frente as situações adversas que uma profissão pode desafia-los a passar ou se submeter. Quem escolhe ser educador tem que ter a consciência da responsabilidade de capacitar e transmitir conhecimentos que produzam tais profissionais. Aprendemos com nossos alunos e precisamos ter a capacidade de também ensiná-los através de uma prática de ensino significativa.

Lilian Mazzini

terça-feira, 23 de março de 2010

Educação Superior no Brasil

Gazeta do Povo, 23/03/2010 - Curitiba PR
Na medida
Editorial
Tem faculdade fazendo das tripas coração para merecer esse nome. Algumas criaram aulas de reforço, amparando os alunos vindos de um ensino médio deficitário. Mas há uma leva que promete um mar de rosas, reproduzindo o mundo corporativo na sala de aula. E tragédia anunciada. Até que se prove o contrário, a universidade nasceu para inserir o aluno na humanidade, e não para adestrá-lo como se fosse um cão farejador da Polícia Militar. Essa distorção se deve à correria com que se tirou o ensino superior do âmbar, dando corda para a rede privada. Das 2.252 instituições de terceiro grau no país, 2.016 são particulares. Apenas 643 mil universitários estão abrigados na rede federal. Uns bons 3,5 milhões pagam alto para virar um número no dia da formatura. Nem sempre o são de fato. Quem é que vai pagar a conta?

Para gerir esse “contatos imediatos de terceiro grau” gasta-se muito dinheiro público, como alertou na imprensa, recentemente, o professor emérito da USP, José Arthur Giannotti. Verba é preciso, mas só vale gastar se for para bem da sociedade do conhecimento. Do contrário, vigora um “taylorismo de beca”, a lógica da fábrica. Mal não faria se o governo Lula agregasse algo mais a seu plano de reprodução desassistida do ensino superior. Que a qualidade não se meça só com provões, mas com a sedução do saber. Com ele, não há porcentagem que possa.