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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Formação Continuada

Algumas exigências que a Lei 9.394/96 colocou em relação a formação de professores de séries iniciais, chocou a classe de educadores, é sem dúvida uma prescrição autoritária. Algumas delas são: os níveis de formação docente exigidos para a atuação dos professores na educação básica; as competências dos Institutos Superiores de Educação.
Precisamos pensar que a formação do professor em serviço esta geralmente condicionada a decisão política, a qual, por sua vez, está ligada às prioridades relativas à educação, à destinação de recursos financeiros aos programas educativos, ao espaço disponível para a realização de grupos de estudos na própria escola e a tantos outros aspectos que poderíamos enumerar.
A formação continuada deve se dar com base na realidade da própria escola, em suas reais necessidades e seu projeto pedagógico. Para tanto, é necessário que a escola se constitua num espaço de crescimento do professor.
Os professores dificilmente são consultados, ouvidos ou chamados a participar das decisões a respeito das políticas públicas, em especial das que dizem respeito aos programas de formação continuada.
A LDB, mesmo diante de entraves práticos, abre caminhos legais dando alternativa e respaldo para a formação continuada em serviço. No entanto na prática constata-se que muitas instituições de ensino fundamental ainda não se conscientizaram da necessidade desta formação. Não estão preocupadas em colocar no seu calendário um tempo disponível para sua execução.
A formação continuada em serviço, na prática ainda é rara e tímida. Não se pode continuar esperando que os governos tomem ações neste sentido. As mudanças na área da formação do professor devem partir de ações de dentro da escola, garantindo tempo e espaço para estudos, pesquisa, reflexões e troca de idéias sobre os problemas escolares; sempre pautadas nas necessidades destes profissionais. Todavia, é fundamental que as pessoas envolvidas na atividade de educação escolar percebam esta necessidade por eles mesmos sem que precisem ser evangelizados e pressionados pela comunidade externa à realidade escolar imediata e mesmo pelos colegas de trabalho.
A formação permanente inicia-se pela reflexão crítica sobre a prática, e, a partir dessa reflexão abre-se um caminho para realçar a importância da troca de experiências entre pares, que através de relatos de experiências, oficinas, grupos de trabalho os professores encontram espaço aberto para aprenderem juntos, cada um pode aprender com o outro. Isso os leva a compartilhar evidências, informação e a buscar soluções. A partir daqui os problemas importantes da escola começam a ser enfrentados com a colaboração entre todos.
Muito sofrimento do professor poderia ser evitado se a formação inicial e continuada fosse outra, se aprendesse menos técnicas e mais atitudes, hábitos, valores. Muita dor poderia ser evitada se o professor aprendesse a organizar melhor o seu trabalho e o de seus alunos, se aprendessem a sistematizar e avaliar mais dialogicamente se tivesse aprendido a aprender de forma cooperativa. No entanto, o individualismo da profissão mata a ansiedade e a angústia, leva ao sofrimento e até ao martírio do professor compromissado e à desistência daquele que perdeu a esperança.
No entanto, é preciso que haja consciência por parte dos profissionais da área educacional, de que o processo de sua formação é continuo, porém este precisa de colaboradores para que possa mostrar de forma eficaz que o aprender tem um significado.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SUGESTÃO de Atividade em Sala de Aula

Atividade em Sala de Aula

História: “João e o pé de feijão”

Série 2º ano do Ensino Fundamental

Disciplina: Ciências

Atividade: O ciclo de vida do feijão.


Objetivo: Desenvolver no aluno o interesse por novas experiências;
Organização e a possibilidade observar a germinação de leguminosas; Orientar os alunos para acompanharem o crescimento das plantas.

Desenvolvimento: Contar a história de “João e o pé de feijão”.
Em seguida distribuir o material para os alunos realizarem a experiência da germinação.
- Um pote pequeno;
- fita adesiva
- Algodão e seis grãos de feijão para cada aluno.
A atividade será desenvolvida em duas aulas.

No primeiro dia o professor explicará aos alunos, fundamentado na história contada, a importância de se plantar alimentos e as fases de desenvolvimento de uma plantação.
Os alunos receberão o material e executarão a experiência. Colocando o algodão no pote, três sementes de feijão, umedecer o algodão com um pouco de água.

No segundo dia será feita a observação do processo de germinação,os alunos descreveram e ilustraram as mudanças ocorridas com as sementes.

A avaliação da atividade será feita através da observação do professor do envolvimento dos alunos na construção da experiência.

O impacto do twitter na educação

O impacto do twitter na educação

quinta-feira, 26 de julho de 2012

O vendedor de livros

‎"Não conheço nenhum outro produto, a não ser o livro, que te dê este poder: criar um mundo, de acordo apenas com a sua imaginação."

Ler é tudo