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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Vem ai a Bienal do Livro...fique ligado.

DESCRIÇÃO
A XV edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro acontece entre os dias 1 a 11 de setembro. 28 anos depois, o evento mantém seu foco principal: o livro. Milhares de expositores já passaram pelos estandes do evento, trazendo de clássicos a novidades da literatura. Durante a Bienal, também acontecem diversas palestras e oficinas abordam o universo da leitura.

Nesta 15ª edição, são 950 expositores, 150 autores brasileiros e 23 estrangeiros. O tema deste ano é o Brasil, com o objetivo de estimular o visitante a entender e discutir sobre a realidade do país, nos diferentes espaços do evento.

A primeira edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro aconteceu em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace, numa área de cerca de 1000 m².

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Portal aponta 100 maneiras de usar o Facebook em sala de aula

Iniciativa voltada a alunos e professores enxerga potencial educativo na plafaforma
Criar um grupo de discussão no Facebook e adotá-lo como uma extensão das salas de aula. Aproveitar esse espaço para tirar dúvidas de alunos, compartilhar materiais que se relacionam com os temas abordados e até mesmo propor desafios ou tarefas de casa. Isso sem falar da possibilidade de contatar um especialista sobre determinado assunto e utilizá-lo como fonte para uma pesquisa escolar. Essas são algumas das 100 indicações de utilização da rede social em sala de aula propostas pelo Portal Universia.
O Estado de São Paulo

Para pensar

Os professores são tão ou mais importantes que os psiquiatras, os juízes e os generais. Os professores lavram os solos da inteligência dos jovens para que eles aprendam a ser pensadores, para que eles não adoeçam e sejam tratados pelos psiquiatras, para que eles não cometam crimes e sejam julgados pelos juízes, para que eles não façam guerras e sejam comandados por generais.
Augusto Cury

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Amigos da Escola / Leitura

‘Falando descubro, escrevendo existo’ resgata tradições da região Norte
Projeto, que já foi apresentado no Fórum Social Mundial, precisa de patrocínio
Assistente Social e professora de Participação Cidadã dentro do ProJovem Urbano, projeto de inclusão social desenvolvido dentro de escolas públicas do Ensino Fundamental, Cristina de Oliveira Melo desenvolveu o "Falando descubro, escrevendo existo’, projeto de resgate da identidade cultural com os estudantes do ensino fundamental das Escolas Padre José de Anchieta e Magalhães Barata, localizadas no município de São Sebastião da Boa Vista, na Ilha de Marajó (PA).

Alunos que participaram do projeto "Falando Descubro, escrevendo existo"
"O meu projeto tem como objetivo resgatar a tradição popular local e transformá-la em memória cultural, buscando a inclusão social por meio da cultura. Tem como produto final a confecção de livros, que serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas, instituições culturais e espaços comunitários”, diz Cristina.
O projeto gerou material suficiente para a publicação de dois livros, com cantigas, culinária, histórias, lendas, contos e poemas. Os resultados estão prontos, mas ainda não foram transformados em livros por falta de recursos. No entanto, a professora acredita ter atingido o principal objetivo: “Os alunos redescobriram a cultura ribeirinha, que virou fonte de conhecimento e troca para a valorização de suas identidades.”
Atualmente, a professora vive em Nova Olímpia, no Mato Grosso. Ela tem planos de reaplicar o “Falando Descubro, escrevendo existo”. “Estou me mobilizando para reaplicar o projeto, com adultos do Projeto Brasil Alfabetizado. A Secretaria de Educação do Mato Grosso está analisando.”


Além disso, Cristina tem outros planos. Em breve, ela começará duas novas oficinas de artesanato para idosos e para costureiras. Uma, para a construção de móbiles; a outra, utilizando fios, para a confecção de cestos e cortinas em sisal. “As oficinas são acompanhadas por filmes e músicas, priorizando as que fazem referência à cultura local. Também se fala e se descobre existindo através da criação, do artesanato. A diferença das oficinas em relação ao ‘Falando descubro’ é que serão realizadas em espaços de projetos sociais, não em salas de aula”, diz Cristina.
Com o “Falando descubro, escrevendo existo”, Cristina foi uma das vencedoras do Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias, iniciativa da Fundação Banco do Brasil com a "Revista Fórum". No ano passado, apresentou seu projeto ao Fórum Social Mundial, em Dacar, capital no Senegal.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pedagogia e Experiências

· Jovens prodígios prometem ferramenta revolucionária para Educação
Após abandonar carreiras promissoras no mercado financeiro, brasileiros desenvolvem site com ambiente personalizado de ensino
Ainda em fase de testes, o site Geekie já é visto como promessa de contribuição tecnológica para melhorar o processo de ensino e aprendizagem nas escolas. A ferramenta ainda é pouco detalhada. Sabe-se apenas que será um simulador com para diagnosticar com mais precisão as dificuldades dos alunos com ares de vídeo game. O trunfo que valoriza o projeto antecede o produto: o currículo dos idealizadores.
iG